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sábado, 30 de abril de 2016

O que acontece na cabeça do fumante?



Várias das mais de 3 mil substâncias que compõem um cigarro são prejudiciais à saúde. A dependência, no entanto, é criada essencialmente pela nicotina. Após a inalação da fumaça, ela chega ao pulmão e, dele, atinge o sistema circulatório e o cérebro, em poucos segundos. Na membrana das células nervosas, a nicotina se liga aos receptores de acetilcolina (nAChR), iniciando assim uma cascata de sinais, o que desencadeia atividade elevada no núcleo accumbens e na área tegmentar ventral (veja imagem). Essas são importantes regiões do sistema de recompensa neuronal. O núcleo accumbens libera grande quantidade de dopamina – que transmite as sensações de desejo durante o ato de comer, durante o sexo ou consumo de drogas. O fumo frequente modifica esse mecanismo, pois os neurônios reagem aos fluxos regulares de nicotina formando mais receptores de nAChR. Isso inicialmente faz com que o efeito da substância que causa dependência seja reforçado. Com a abstinência, surgem então os sintomas causados pela falta da nicotina.
A força de vontade na hora de parar com o cigarro é tão importante porque  somente depois de cerca de um ano sem nicotina a quantidade de receptores de nAChR retorna ao nível do de um não fumante. Nesse período é registrado o maior número de recaídas. No entanto, o fato de ser tão difícil manter-se abstinente não está ligado apenas às modificações das células neurais; os estímulos do ambiente são decisivos, e mesmo depois de anos a tentação de fumar pode continuar muito forte em situações típicas – como ao beber uma cerveja com amigos ou diante de uma máquina de vender cigarros.
A pesquisadora Amy James e seus colegas da Harvard Medical School em Belmont, Massachusetts, estudaram o efeito dessas tentações sobre o cérebro dos fumantes. Os cientistas mostraram a mulheres fumantes que queriam deixar esse hábito, alternadamente, imagens de cigarros e de objetos neutros, registrando paralelamente a atividade cerebral por meio de tomografia por ressonância magnética funcional (TRMf). Então iniciou-se a desintoxicação apoiada por uma combinação de substituição da nicotina e terapia comportamental. Resultado: 12 das 21 participantes permaneceram abstinentes até o término da fase de tratamento de oito semanas. As imagens de seu cérebro mostraram que algumas regiões reagiam mais intensamente aos objetos associados ao fumo naquelas que sofreram recaída do que nas suas companheiras abstinentes: entre elas, o chamado córtex insular que dirige nossa atenção para situações internas – por exemplo, a necessidade de fumar.
Os pesquisadores observaram ainda atividade aumentada na parte dorsal do córtex cingular anterior (dACC, do inglês dorsal anterior cingulate cortex). A área também é importante para dirigir a atenção, pois ela normalmente controla os impulsos que surgem no córtex insular, inibindo-os.
Inicialmente, parece improvável que o dACC fique mais acelerado justamente naqueles que sofreram recaída. Amy e seus colegas explicam a questão com outra observação: os neurônios do córtex cingular anterior e o córtex insular trabalhavam de forma menos sincronizada nos afetados do que nos abstinentes -– o que indicaria uma ligação mais fraca entre as duas áreas. Para manter o controle comportamental, o dACC provavelmente teria de elevar sua atividade. Assim, é muito importante para aqueles que pretendem deixar de fumar manter-se, justamente no início do tratamento, longe de estímulos desencadeadores do desejo de acender um cigarro.

 Fonte: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4274139213395044727#editor/target=post;postID=5055412441331707491

FIBROMIALGIA: A DOENÇA DA ALMA.


Por Luziane Soprani

Um corpo sempre será para o sujeito uma “coisa” sua. Assim, para viver cada ser depende habitar um corpo. Desse modo, as paixões, afetos, ideias, são consideradas pelo princípio da filosofia clássica, a localização das mazelas humanas – mencionadas a partir de um corpo – como função de suporte necessário. A análise do corpo constitui uma relação de pertinência entre o existir e sua materialidade. Esse é o âmago de grandes questões que ultrapassam o tempo, a cultura, à vida, o nascimento, à morte e, também, um tema intrínseco à psicanálise: a sexualidade.

Nesse artigo abordaremos a dor física e psíquica sem causa orgânica. Enunciaremos aqui, uma síndrome que não se encontra causa orgânica específica – chamaremos de doença da alma. A síndrome cujas dores crônicas sem causalidade orgânica constatável, são fonte de sofrimento para pacientes e um desafio para os profissionais da medicina. Essa síndrome está localizada na fronteira entre a reumatologia e a patologia psicossomática, com comorbidades de transtornos e uma degradação da qualidade de vida no plano profissional, social e familiar.

A fibromialgia é uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente, na musculatura. A síndrome cursa com sintomas de fadiga, intolerância ao exercício e sono não repousante – a pessoa acorda sempre cansada. Os médicos classificam a fibromialgia como uma síndrome, porque caracteriza um grupo de sintomas sem que seja identificada uma causa específica.
Não existe uma causa única conhecida para a fibromialgia, mas existem alguns sinais para identificá-la. Os estudos mais recentes mostram que pacientes com fibromialgia apresentam maior sensibilidade à dor do que outros que não têm a doença. Isso não está relacionado com o fato de se ser “forte” ou “fraco” com relação à dor. Na realidade, funciona como se o cérebro dos fibromiálgicos fosse uma bússola desregulada em que ativasse todo o sistema nervoso para fazer a pessoa sentir mais dor. Sendo assim, nervos, medula e cérebro estariam fazendo que qualquer estímulo doloroso seja aumentado de intensidade.

A dor da fibromialgia é real. Existem estudos experimentais avançados mostrando o cérebro funcionando e os pacientes com fibromialgia sentindo dor. Também foram feitos estudos com o líquido que banha a medula e o cérebro (líquor) e foi visto que as substâncias que levam a sensação de dor para o cérebro estão de três a quatro vezes aumentadas em pacientes fibromiálgicos em comparação com pessoas sem o problema.

Tanto pacientes quanto médicos parecem entender melhor as causas de dor quando existe uma inflamação, um machucado, um tumor, que estão ali, visíveis, causando a dor. Na fibromialgia é diferente; se tirarmos um pedaço do músculo que está doendo e olharmos no microscópio, não encontraremos nada – porque o problema está somente na percepção da dor.

Dados epidemiológicos apontam uma maior incidência dessa entidade clínica em mulheres jovens, mas, não podemos deixar de abordar os homens, com muita sensibilidade a dor. A sociedade e muitos estudiosos insistem em proclamar que às mulheres são mais sofríveis que os homens, no entanto, sob o olhar de uma psicanalista, o sexo masculino sofre tanto como apontam o sofrimento do sexo feminino. Não podemos generalizar e racionalizar que o sexo feminino é mais suscetível do que o sexo masculino. Os homens ainda hoje, precisam omitir os seus sentimentos para não se mostrarem fracos. Isso é uma condição precária da observação humana.

Independente do sexo, existe nessa síndrome uma ausência de evidências na materialidade do corpo e a presença de fatores psicopatológicos dificulta o diagnóstico e tratamento. Face à diversidade e dos fatores envolvidos em determinadas síndromes. Faz-se necessário a indicação de uma abordagem multidisciplinar para um tratamento com resultados mais eficazes.

Nesse contexto, ao mesmo tempo em que os profissionais buscam uma cura para suas dores, os pacientes clamam pelo reconhecimento dessa síndrome que causa muito sofrimento.

DA PSICANÁLISE:

A sugestão é considerar a eventual função da fibromialgia na estruturação psíquica como solução subjetiva. Para o referencial teórico-clínico da psicanálise. A psicanálise fornece elementos para reflexões sobre a dor no corpo e seu lugar na psique.

A partir do estado atual das pesquisas sobre o tema – considerando a escassez de estudos no campo da psicanálise, o ponto nevrálgico para nós psicanalistas é podermos contribuir para uma abordagem da fibromialgia que sustente o relato da experiência de dor. Não temos à pretensão de pôr a fibromialgia a qualquer quadro psicopatológico, como a histeria ou a depressão – o foco da psicanálise é sublinhar a posição subjetiva – daquele que sofre em seu corpo essa dor “insuportável” para então, termos um diagnóstico junto os profissionais médicos no tratamento da fibromialgia.

O que a fibromialgia pode ensinar ao psicanalista? Acreditamos que, para além da doença, há um sujeito em questão e que o diagnóstico em psicanálise se produz a partir da posição que este ocupa frente ao seu sintoma. O que, para além da dor, do que o analisando diz, comporta um falar singular. Se na medicina o diagnóstico se alicerça nos fenômenos comprovados e numa probabilidade estatística, a psicanálise avança, para além dos fenômenos, os modos de enfrentar a singularidade do sofrimento. Da forma como a dor psíquica, implicada na dor física, faz com que a psicanálise avance na subjetividade dos casos sob o olhar clínico. A fibromialgia não pode ser igual para todos, mesmo que haja uma tipologia, uma peculiaridade sintomatológica na doença, o traço único dirá mais sobre aquele que sofre e sobre o uso que faz de sua dor.

O umbral de estimulação requerido para transformar um estímulo sensorial em uma possível ameaça está significativamente rebaixado na Fibromialgia, sendo uma das características principais do processo neurobiológico, que afeta de forma extensa todo sistema e pode converter informações subclínicas em sensações desagradáveis em diferentes partes corporais.” (Collado, A., 2008, p. 517-518).

DA EXISTÊNCIA DE ESTADOS DOLOROSOS CRÔNICOS:

A existência de estados dolorosos crônicos sem substrato orgânico, doenças da dor, é assinalada desde o século XIX. Dentre elas, a fibromialgia (FM), conhecida como fibrosite desde 1904 (Gowers, 1904), tem denominação bastante recente (Smythe e Moldofsky, 1977). Reconhecida pela OMS em 1992, sob a identificação M 79.7 na classificação internacional das doenças (CID), essa síndrome é definida como composta de dores músculo-esquelético acompanhadas, frequentemente, de transtornos do sono e fadiga. A partir dessa classificação, que lhe confere um estatuto de doença, o aumento do interesse sobre a fibromialgia repercute em numerosos estudos (Kahn, 1989; Kochman, 2002; Heymann, 2006; Saltareli, Pedrosa, Hortense e Sousa, 2008). No entanto, sua etiologia permanece obscura e parece remeter a uma origem multifatorial, sem que nenhuma causalidade orgânica tenha sido detectada (Sordet-Guepet, 2004).

A maioria dos textos e estudos sobre o tema indica a possibilidade de uma comorbidades psiquiátrica no que concerne à presença de transtornos de ansiedade e depressão. Sendo assim, apontam a adequação do recurso a tratamentos medicamentosos conforme cada caso é suas comorbidades. Digno de nota, a indicação de tratamento psicoterápico é mencionada no recente estudo brasileiro sobre o tema ao mesmo tempo em que os exercícios de alongamento e assimilados (Heyman et al., Idem). De todo modo, a indicação de uma abordagem multidisciplinar para o tratamento dos casos de fibromialgia parece consenso na maioria dos trabalhos da área médica, figurando tanto no recente estudo Consenso brasileiro do tratamento da fibromialgia (Heyman et al., Ibid) quanto no relatório da Academie Française de Médecine (Menkès e Godeaul, 2007).

Numerosos autores reconhecem o importante e até mesmo preponderante papel dos fatores psíquicos no surgimento da fibromialgia. Ao mesmo tempo, a maior parte deles, rejeitam a assimilação desta a qualquer doença psiquiátrica e somente o componente psicossomático é, em certos casos, evocado. Uma vulnerabilidade psicológica marcada pelo stress (Boureau, 2000), a tendência ao “catastrofismo”, à “victimização”, por vezes uma hiperatividade prévia, um contexto de tensão emocional constante, ansiedade e afetos depressivos vêm esboçar um quadro psicológico do paciente fibromiálgico. Todavia, sublinha-se que as relações de causalidade entre os sintomas psiquiátricos e a fibromialgia são difíceis de confirmar. (Menkès, Godeaul, 2007).

É possível que os transtornos encontrados na fibromialgia (fadiga, transtornos do sono, dores de cabeça, diminuição da atividade cognitiva) fazem observar os sinais de depressão, somando a uma síndrome dolorosa. Porém, não se encontram nem as ideias suicidas nem os elementos de desvalorização e autoacusações. Do mesmo modo, se os autores sublinham as relações inegáveis entre a fibromialgia e uma extensa lista de transtornos psicológicos, entre os quais a hipocondria, transtornos funcionais e somatoformes, o critério principal das dores difusas parece, entretanto, separá-los (Kochman, Hatron, 2003). Unicamente a comorbidades entre os estados de stress pós-traumático (SPT) e a fibromialgia, tanto em termos da expressão sintomática como no da anamnese (eventos traumáticos, violência, abusos sexuais etc.) parece confirmada no plano clínico. Geralmente, a fibromialgia inicia-se após um traumatismo psíquico (eventos recentes ou passados, situação prolongada de stress etc.) ou físico, por vezes mínimo (traumatismo, cirurgia, acidente de trabalho, de transito etc.).

Em muitos casos, as evidencias da doença através do diagnóstico pode permitir ao sujeito certo alívio. Na realidade, o reconhecimento da dor, abre a possibilidade de se ter à mão, como um prêt-à-porter, uma causa que fornece certo sentido aos males somáticos, mas também aos psíquicos. Graças a essa identidade adotada e caracterizada com o selo da fibromialgia, existe o des- prazer de sentir dores corporais, mas, porém, não necessita ser escondida ou omitida.

Na contrapartida às tentativas sempre sem definições e/ou de um diagnóstico exato para descrever um perfil típico do paciente fibromiálgico – correto será obter referências a uma psicopatologia sustentada na consideração do sujeito. Assim, não podemos proclamar que existe a “cura a qualquer preço”, mas pode-se, considerar a eventual função da fibromialgia na estruturação psíquica como solução subjetiva. Nessa ação “esperançosa,” (o médico, o psiquiatra, o psicanalista e/ou psicólogo) podem manter o dizer do sujeito em sua tentativa de esboçar uma teoria pessoal de sua doença. É um primeiro passo, uma via para permitir ao sujeito mudar ou, pelo menos, compreender sua posição face ao sofrimento sem remédio. Em alguns casos, esse pode ser um caminho para uma verdadeira mudança subjetiva, uma abertura para a interrogação sobre à maneira de se colocar no mundo, a singularidade de sua relação ao saber da realidade e lidar com sua condição, buscando viver melhor, sem prostração para não se tornar uma vítima da doença.

Texto Original: Luzianesoprane

7 DICAS PARA SABER QUANDO IR AO PSICÓLOGO




Será que eu devo procurar um Psicólogo?

Quando algumas coisas parecem não se “encaixarem” muito bem em sua vida, pode ser o caso de você considerar a ajuda de um profissional. O fato é que hoje o tabu de se procurar um especialista em saúde mental somente quando se acredita ter algum transtorno grave foi quebrado. Sendo assim, buscar manter o equilíbrio entre saúde física e mental/emocional, tem sido cada vez mais comum.
E como saber se é hora de procurar um Psicólogo? Talvez estas 7 dicas possam te ajudar:

1 – NINGUÉM ME ENTENDE
Às vezes nem mesmo seus amigos mais próximos te entendem. Parece que nenhuma conversa te mostra o caminho que você realmente poderia seguir, parece que, por mais que você explique, ninguém pode te compreender como você gostaria, sem julgamentos. Se não vê mais opção, tome coragem e procure a ajuda de um profissional.

2 – NADA PARECE “ANDAR”
Você sente que já fez de tudo, já tentou de tudo, mas nada dá certo, as coisas não vão para frente. Quando acreditar que já utilizou todos os artifícios, calma! Ainda faltam muitos!  Um profissional preparado como o psicólogo irá lhe auxiliar muito.

3 – ESTOU À “FLOR DA PELE”
Sente-se como uma bomba-relógio prestes a explodir a qualquer momento? Sente uma dor no peito e se altera por nada? Quando percebe, já “chutou o balde” por motivos que podem parecer mínimos? Pensar que não tem solução é normal, converse com alguém preparado.

4 – CADA DIA UMA DOR DIFERENTE
Definitivamente o corpo fala! A ansiedade e outras perturbações emocionais podem gerar distúrbios físicos. Você percebe que a cada dia surge uma nova dor, um novo desconforto? O equilíbrio exige mente e corpo sãos. Pode estar na hora de buscar a ajuda de um Médico ou Psicólogo, ou quem sabe, dos dois.

5 – NÃO TENHO VONTADE DE FAZER NADA
Ter esta sensação é normal, somos seres humanos. O que não é normal é ceder a ela. Somos seres para ficar de pé, em movimento! Deitar o dia inteiro não é produtivo. Procure ajuda, levante-se! O primeiro passo precisa ser dado.

6 – EU NÃO PRECISO DE PSICÓLOGOS
Você está certíssimo! Se está com a sua vida sob controle, consegue lidar perfeitamente com suas emoções, seus conflitos internos e externos é porque alcançou excelência, é estável. Mas se algo não estiver bem, sente que tem dificuldades com determinados relacionamentos ou situações, que algumas emoções parecem te dominar e fazer com que as coisas que fogem de seu controle lhe causem sofrimento, um profissional pode sim ajudar.

7 – NÃO TENHO TEMPO PARA ESSAS COISAS
Todos temos 24 horas por dia. Por que o dia de algumas pessoas parece render mais que o de outras? O que ocorre com o seu tempo, que nem tempo tem? Tem tempo para si mesmo? Se você mesmo não faz parte do seu planejamento, algo pode estar desalinhado, cuide-se!

Texto Original: Psicologiaacessivel

Qual é o melhor horário para tomar café?


Por

Café para acordar pelas manhãs, café para não dormir depois do almoço, café para dar uma energia extra no fim do expediente. Ou café por café. Toda hora é hora. Só não é quando não é. Entende? Bem, a ciência explica melhor.

Você e eu (e a maioria dos bichos) somos guiados por ciclos circadianos, que funcionam como um relógio biológico que nos diz quando devemos comer ou dormir, por exemplo. É capaz de alterar nosso humor e comportamento do organismo. E também o modo como as drogas, tipo o café, entram em nosso corpo. A culpa é dos hormônios, regulados por estes ciclos.

Quer ver só como funciona? Imagine um desses dias em que você acorda louco para tomar um café. Toma logo duas xícaras, às oito da manhã. E ainda assim não sente o efeito da cafeína. Isso tem uma explicação: geralmente entre oito e nove da manhã, orientado pelo relógio biológico, seu corpo produz muito cortisol, hormônio relacionado ao estresse. E isso deixa você num estado de alerta. Aí o café, que causa esse mesmo efeito, não faz a menor diferença. É como se seu corpo criasse uma resistência à droga, já que ela não é necessária.

Portanto, os melhores horários para tomar café são aqueles em que os níveis de cortisol no corpo estão em baixa. Fuja destes horários: entre oito e nove da manhã, meio-dia e uma da tarde, e cinco e meia e seis e meia da tarde – são, em geral, os momentos de pico do cortisol. Em qualquer outra hora (tipo às 10h ou às 14h), as chances de sentir os efeitos do café parecem maiores. Aproveita!

Texto Original: Superinteressante

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Truque dos 3 dedos promete reduzir ansiedade, enjoo e insônia.


Precisa ter uma conversa séria? Esqueceu uma prova? Então, vamos procurar a calma, usufruindo do truque dos 3 dedos.

Não se precipite, não se desespere, pois existe um procedimento ridiculamente fácil que promete controlar níveis de ansiedade. Sim, vamos apelar para técnicas tradicionais de acupuntura, que estão há milênios tratando vários males através de estimulo em regiões específicas no corpo.

A região específica do corpo, nesse caso, é um ponto capaz de aliviar a ansiedade, relaxar o corpo, controlar náuseas, insônia, vômitos e até equilibrar a temperatura do organismo. Tal ponto é chamado de PC-6 ou Nei Guan, pelos acupunturistas.

Para encontrá-lo, basta medir três dedos abaixo da dobra do pulso. O ponto fica bem no meio entre os dois tendões flexores. Veja na imagem abaixo:

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De acordo com o Centro de Estudos de Terapias Naturais, basta massagear o local suavemente e de forma circular, no sentido horário por 2-5 minutos, em ambos os braços para estimular a energia contida e usufruir dos benefícios do ponto PC-6.

Há relatos indicando que também funciona se apenas pressionar, por cerca de 1 minuto.

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Estimular o ponto PC-6 também é um tratamento eficaz para doenças cardiovasculares, principalmente para arritmia e problemas no fluxo sanguíneo, segundo estudos. Nesse caso, o ideal é que se estimule o ponto durante à manhã, potencializando, assim, os batimentos do coração, que descansou bastante durante a noite.

Texto Original: Equilibrioemvida

Já ficou doente depois de um período de grande stress? A ciência explica




Alguma vez se perguntou como consegue lidar com o stress de um prazo apertado de entrega de um trabalho, um período de exames, ou a doença de um familiar, mas depois fica doente quando o stress já passou?

Não é um acaso. Trata-se uma espécie de "efeito do relaxamento", que leva as pessoas a desenvolverem um padrão de doença depois de o stress já se ter dissipado, ao invés de durante o período de maior stress, conforme explica o psicólogo Marc Schoen, professor assistente de Medicina na Universidade da Califórnia, Los Angeles, EUA.

Num estudo de 2014, investigadores da Albert Einstein College of Medicine, Nova Iorque, controlaram diariamente os sintomas e padrões de stress de pessoas que sofriam constantemente de enxaquecas, durante três meses . Os níveis de stress dos participantes não tiveram impacto nas enxaquecas, mas havia uma relação entre a diminuição do stress de uma noite para a outra e o aumento da enxaqueca nas 6 a 18 horas seguintes.

O efeito do relaxamento pode desencadear também sinais de asma, doenças autoimunes, problemas digestivos e de pele, explica Schoen.

"Stress emocional e stress físico têm a mesma resposta inflamatória, o que abre a porta para a doença. Depois do stress passar, há uma regulação do sistema imunitário (…) como uma reação para aliviar o stress”, acrescenta.

Texto Original: Visão

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Celular faz as pessoas fumarem menos


Por

Entre a cruz e a espada

Você fuma? Pois o bom e velho celular pode estar, bem sorrateiramente, cuidando dos seus pulmões. E nem é por causa das ondas que ele emite ou nada assim. Pesquisadores do World Bank Institute (uma organização internacional de apoio a países subdesenvolvidos) coletaram dados sobre o estilo de vida de 2.100 famílias das Filipinas em 2003 e, para comparar, de novo em 2006. Então, notaram a tendência: as famílias que tinham pelo menos um fumante e compraram pelo menos um celular nesse meio-tempo diminuíram em 33% o consumo individual de tabaco – o equivalente a um maço de 20 cigarros a menos por mês.

Por quê? É que os filipinos passaram a usar parte do dinheiro que gastariam com cigarro para pagar a conta do celular. Simples, né? Tanto que você pode pensar: “que besteira!”. Mas o World Bank diz que esse “fenômeno” pode sim ser trabalhado de forma a diminuir o número de fumantes (pelo menos nos países mais pobres). Leia o estudo completo aqui.

Texto Original: Superinteresante

Tire os sapatos antes de entrar em casa! Saiba o bem que faz à saúde!


Todos sabemos que os japoneses (e os orientais, de forma geral), têm o hábito de tirar os sapatos antes de entrar nas residências – nas suas próprias e nas dos outros também.

Esse hábito está ligado à questões culturais, como a crença de que fazendo isso eles deixam as “energias impuras” da rua, na rua. Além disso, tirar os sapatos antes de entrar em casa é um gesto de respeito, pois demonstra que não queres “sujar” aquele lugar e que tens a humildade de despir os pés para pisar ali, como se faz em um lugar sagrado.

O costume de tirar os sapatos antes de entrar em casa também é comum em outros lugares do mundo, onde a neve e o barro são motivos para as pessoas quererem tirar os calçados, antes de sair andando pelo lar doce lar.

Mas é realmente necessário?

Esse é um gesto higiénico, acima de tudo. Já paraste para pensar em quantos germes e bactérias trazes diariamente na sola do sapato para dentro de casa? Lixo, caca de cão, tem gente que até cospe no chão na rua (nojo!!!).

Um estudo da Agência Nacional de Protecção Ambiental dos EUA (EPA), alerta para o facto de que 96% dos calçados de quem caminha pela rua têm contacto com germes e bactérias, ou seja, praticamente todos chegam com os sapatos nojentos em casa.

A bactéria mais comum que vem da rua para casa é Escherichia Coli, que pode causar diarreia, infecção urinária, doença respiratória e até pneumonia!

Por isso, sempre que entrares em casa tira os sapatos. É mesmo uma questão de saúde.

Dica 1: Para reduzir ainda mais os riscos, higieniza a sola dos calçados regularmente com água e sabão.

Dica 2: Para reduzir em até 85% a quantidade de sujeira, coisas nojentas e bactérias no chão do lar, monta um cantinho na entrada da casa, usando caixotes, com mesma função de um genkan(aquele espaço degrau que serve para dividir a entrada principal da casa do restante do imóvel), assim ele se tornará um lembrete para tu e para os visitantes, de que os sapatos devem ser deixados ali, antes de entrar.

Dica 3: Deixa sempre um produto de higiene para os pés a disposição próximo a área onde os sapatos ficam (ex: Odor Free). Caso algum amigo tenha problema com chulé, isso pode salvar o dia.

Dica 4: Deixa chinelos à disposição para quem não se sente à vontade quando descalço. Se possível do modelo fechado, vai que a tua amiga não pintou as unhas.


Texto Original: Soutaoboa

Milhões de mulheres ignoram estes sintomas de distúrbio da tireoide.



A tireoide é uma pequena glândula localizada no pescoço de homens e mulheres.

Tem o formato de uma borboleta e é responsável por um monte de coisas em nosso corpo: metabolismo, temperatura e batimentos cardíacos.

Este órgão importantíssimo produz um hormônio, o TH, e qualquer desequilíbrio na produção dele pode causar uma verdadeira bagunça em nosso organismo – assim como provocar doenças.

Com a correria do dia-a-dia, nós mulheres tendemos a ignorar os sinais que nosso corpo nos manda.
Pode ser apenas cansaço, ou uma alergia… Mas pode não ser.

Portanto, fique atenta aos sintomas abaixo e procure um médico. Uma tireoide saudável proporciona uma melhora incrível na qualidade de vida!

Mas como é a tireoide?

Ela é esse órgão vermelho representado na figura acima. Quando a tireoide produz muito hormônio, diz-se que a pessoa tem hipertireoidismo ; quando produz pouco hormônio, é o hipotireoidismo.

Sintoma 1 – Tristeza ou Depressão

Seja trabalhando demais – ou de menos, a tireoide afeta o humor quando não funciona adequadamente. Pouco hormônio da tireoide afeta os níveis de serotonina – um outro hormônio responsável pelo nosso humor. Nesse caso, a pessoa se sente repentinamente triste ou deprimida.
Por outro lado, muito TH pode causar ansiedade, inquietação e irritabilidade.

Sintoma 2 – Constipação

Se seu intestino ficou preguiçoso e nada que você tenha tentado resolveu, pode ser a tireoide. Na verdade, segundo os médicos, este é um dos sintomas mais comuns.

Sintoma 3 – Dormir demais

Se sair da cama parece impossível e você se sente como uma tartaruga durante todo o dia, ir ao médico pode ser uma boa ideia. A culpa, provavelmente, é de uma tireoide preguiçosa.

Sintoma 4 – Pele seca e queda de cabelo

Pele seca mesmo no verão? Cabelos caindo e unhas quebradiças? Mais uma vez, a tireoide preguiçosa pode ser a culpada. Neste caso, o metabolismo fica mais lento alterando a hidratação natural do corpo e interrompendo o ciclo de crescimento dos cabelos.

Sintoma 5 – Ganho repentino de peso

Aumento de peso muito repentino, sem mudanças na alimentação e mesmo praticando exercícios pode ser motivo de preocupação.

Sintoma 6 – Queda no desejo sexual

Pouco hormônio da tireoide no organismo significa pouco desejo sexual. Isso, associado aos outros sintomas citados também podem causar a queda da libido.

Sintoma 7 – Dor muscular e fisgadas

Dores durante um novo exercício físico, por exemplo, são normais. Mas se você sente dor muscular repentina e “fisgadas” nos músculos sem motivo aparente, pode ser a tireoide preguiçosa atacando novamente. A falta do TH afeta os nervos que enviam os sinais de dor para o cérebro.

Sintoma 8 – Palpitações no coração

Sabe aquela sensação de que o coração “pula” batidas? É disso que estamos falando. Dá inclusive para perceber medindo o pulso em pontos diferentes do corpo. É o excesso de hormônio da tireoide correndo nas veias.

Sintoma 9 – Confusão mental

Falta de concentração repentina, lentidão para pensar, esquecimentos… não é apenas a idade que causa esses sintomas. Pode ser tireoide também, principalmente se os sintomas surgem repentinamente.

Sintoma 10 – Pressão alta

Pressão alta e nenhum remédio parece resolver, mesmo com alimentação saudável e exercícios? Peça a seu médico para examinar a tireoide. Quando a glândula trabalha pouco, os níveis do mau colesterol no sangue sobem, podendo elevar a pressão sanguínea.

Sintoma 11 – Aumento de apetite e mudança nos gostos alimentares

A comida mudou de gosto de repente? Pode ser tireoide preguiçosa. Por outro lado, o hipertireoidismo causa aumento de apetite – e não importa o quanto você coma, não há ganho de peso. E você não consegue parar de comer. Pode ser o sonho de muita gente comer sem engordar, mas nesse caso, é bom procurar um médico.

Sintoma 12 – Desconforto no pescoço e garganta

Como a tireoide fica no pescoço, dor nessa região pode significar problemas com a glândula. Mudanças no tom de voz e até bócio podem ter sua causa na tireoide.
Examine seu pescoço em busca de qualquer alteração ou inchaço no pescoço. Experimente jogar a cabeça para trás e engolir um gole de água enquanto põe a mão no pescoço: se você sentir alguma saliência ou inchaço, procure o médico.
Prestar atenção ao seu próprio corpo é fundamental para uma vida saudável!

Texto Original: Contioutra

Conheça a incrível técnica do prendedor na orelha que faz “milagres” com seu corpo em 1 minuto.

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A ideia de que um prendedor, pode resolver alguns problemas apresentados pelo nosso corpo após um dia cansativo, parece um tanto inusitada, não? Mas é real, e você pode tentar.

“Cada orelha contém um complexo mapa de reflexos do corpo, rico em terminações nervosas e múltiplos conectores com o sistema nervoso central” – afirma a reflexologista Helen Chin Lui.

De acordo com isso, alguns profissionais de reflexologia, apresentaram pontos-chave na nossa orelha, que ao serem pressionados, são capazes de ajudar variadas partes do nosso corpo, provocando uma sensação de alívio na dor que sentimos.

Entenda:
A técnica é tão simples, que chegar ser surpreendente como dá certo. Consiste somente em você escolher  os pontos abaixo que deseje estimular, colocar um prendedor sobre este ponto na sua orelha e voilà:

Cada um dos pontos é referente a uma parte do corpo:

Ombros e costas
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Este é o primeiro ponto, que é referente aos ombros e costas, regiões onde a maioria das pessoas costuma sentir dor. Coloque o prendedor neste ponto em específico por volta de um minuto para obter o alívio nas tensões acumuladas. No caso de você estar muito tenso, faça isso várias vezes ao dia.

Órgãos
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É evidente que esta técnica não poderá substituir aquela boa e segura visita ao médico, caso você sinta dores internas muito intensas, procure consultar rapidamente. No entanto, é válido obter ajuda com o prendedor, e é interessante dizer, que nesse caso, tanto o prendedor quanto a pressão com a ponta dos dedos neste segundo ponto pode aliviá-las um pouco.

Articulações
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Uma boa parte da população, senão a metade dela, sofre com problemas nas articulações, e sua gravidade só tende a aumentar com o passar dos anos.
Aplicar o prendedor neste terceiro ponto da sua orelha poderá lhe ajudar.

Sinusite e garganta
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A pressão sobre este ponto promete aliviar o desconforto durante uma infecção. Deixe o prendedor nesta região pelo tempo que julgar necessário.

Aparelho digestivo
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Nada como um prendedor sempre em mãos para ajudar naquela cólica monstruosa, não é?! Ok, jamais imaginei que estaria escrevendo isso, mas é uma ótima técnica.

Cabeça e coração
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O lóbulo da nossa orelha, ou seja, a parte mais fofinha e onde a maior parte das pessoas coloca seus primeiros brincos, é a região responsável por aliviar as dores e tensões das duas part

Texto Original Equilibrioemvida

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Que vontade louca de arrancar os cabelos!!!!



O que é a Tricotilomania?


Tricotilomania  é um distúrbio crônico que faz com que a vítima sinta um desejo incontrolável de arrancar seus cabelos, levando a uma notável calvície e provocando trauma, vergonha e acanhamento. Os lugares mais frequentes são: couro cabeludo, sobrancelhas e cílios. Outros lugares como barba e pêlos pubianos também podem fazer parte dos locais escolhidos. Crianças também podem exibir esse comportamento arrancando os pêlos dos seus animais de estimação.

Pessoas que sofrem de TTM, costumam brincar com os cabelos que arrancam, examinando a raiz, passando os cabelos nos seus lábios, mordendo e até mesmo comendo-os (Tricotilofagia).
Essas pessoas sabem perfeitamente que esse comportamento não faz sentido algum, e por isso envergonham-se e tentam esconder a TTM.

Para muitas pessoas esse comportamento começa ainda na infância ou adolescência e dura por toda a vida, levando- as a calvície total.

A Tricotilomania pode ser causada por acúmulo de estresse ou atividades sedentárias, durante as quais as mãos estão livres. Existem várias outras

teorias envolvendo a TTM. Elas são:

a) A TTM pode ser causada por um desequilíbrio químico;
b) A TTM pode ser um problema genético;
c) A TTM pode ter origem alérgica, provocada por uma dieta inapropriada.

A verdade  é que ainda não se sabe qual é a causa da Tricotilomania e pesquisas ainda estão sendo efetuadas com fins de descobrir mais sobre esse distúrbio.